segunda-feira, 21 de abril de 2008

África minha...

Penso como seria voltar realmente atrás...a essa terra que me viu nascer. Sentir o cheiro da terra molhada, o pôr do sol que parece rasgar o céu em todo o seu esplendor de tons de fogo, ouvir o som dos tantans, o estalar do fogo nas queimadas...e viver, sentir na pele todas essas histórias que povoam o meu imaginário desde criança...

sábado, 19 de abril de 2008

Oito anos

Voltar atrás... é o que faço todos os dias quando transponho a porta que me faz recordar coisas da infância, ao encontrar aqueles meninos e meninas a quem dou a conhecer aquilo que sei...
Esta música é uma pequena ode àqueles que prenchem os meus dias com algumas frustrações mas, acima de tudo, com experiências inesquecíveis...

"Por que você é Flamengo

E meu pai Botafogo

O que significa

«Impávido colosso»?

Por que os ossos doem

Enquanto a gente dorme

Por que os dentes caem

Por onde os filhos saem

Por que os dedos murcham

Quando estou no banho

Por que as ruas enchem

Quando está chovendo

Quanto é mil trilhões

Vezes infinito

Quem é Jesus Cristo

Onde estão meus primos

Well, well, well

Gabriel...

Por que o fogo queima

Por que a lua é branca

Por que a terra roda

Por que deitar agora

Porque as cobras matam

Por que o vidro embaça

Por que você se pinta

Por que o tempo passa

Por que a gente espirra

Por que as unhas crescem

Por que o sangue corre

Por que a gente morre

Do que é feita a nuvem

Do que é feita a neve

Como é que se escreve

Réveillon"

(Paula Toller/Dunga)

terça-feira, 15 de abril de 2008

Trilogie imparfaite

Et si tu n'existais pas...et moi pourquoi j'existerais?




Débordée par le silence de la nuit,
J'exorcise mes fantasmes.
Perdue dans la foule des pensées,
Le coeur brisé,
Je cherche la paix,
Le seul but
Jamais atteint.

Assise sur la grève
J'entends le murmure des vagues.
Dans le bleu gris de la mer
Rien que le vide.
C'est l'automne quo vient
S'emparer de mes sens.
Cachot mordoré
Qu'emprisonne mon âme.


L'âme du poète...
C'est la pluie qui chante,
Le soleil qui cache
Les fantasmes endormis.
C'est l'intensité qui comble
Les sens, la vie.
La puissance de l'aube,
La sérénité de la nuit.
C'est tout vouloir,
Rien avoir,
Chercher toujours,
Jamais trouver...
C'est aimer,
Hair,
Pleurer,
Soufrir...
C'est le tout et le rien
À la fois.
C'est découvir
Que l'on est perdu
Seulement pour se renconter.

domingo, 13 de abril de 2008

Egocentrismos

Me, myself and I...é sempre difícil descrevermo-nos. E contudo na solidão do mundo egocêntrico em que vivemos, criamos, amamos secretamente essa esquizofrenia que nos confunde e fascina e que tão bem nos caracteriza...folhas soltas de pensamento, sentimentos e sensações...
Perdida no infinito do teu olhar
Vagueio pelos mares do imaginário.
Deixo-me ir assim, à deriva,
Sem saber o que digo,
O que faço,
Sem pensar...
Sou barco sem leme,
Vela ou remo.
Ponto ínfimo
Nesse mar imenso,
Do qual nunca me esqueço,
E ao qual sempre quero voltar.

Big Bang


O início...conturbado, caótico,policromático, apoteótico...